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Como é Feita - Diesel

Pré-InspeçãoInspeção VisualMedição de GasesInspeção de Ruído

COMO É FEITA

Há alguns itens importantes que devem ser observados antes de levar o veículo a um dos Centros de Inspeção:

  • Ausência ou defeito na haste/ amortecedor do capô, dificuldade ou impedimento em bascular o veículo;
  • Freio pneumático ou hidráulico, a disco ou a tambor inoperantes ou deficientes;
  • Ausência da grade dianteira do motor abaixo do capô com a ventoinha do sistema de arrefecimento aparente;
  • Freio de mão inoperante e/ ou veículo automático com motor acelerado e freio de mão deficiente;
  • Tampa do reservatório de arrefecimento rachado ou danificado;
  • Fita isolante ou qualquer outro artifício não original que utilize para evitar a verificação do sistema de admissão;
  • Sistema de admissão original faltando componentes ou com conexões irregulares;
  • Sistema de admissão com filtro de ar esportivo com conexões irregulares;
  • Escapamentos reparados com qualquer tipo de massa;

Se for constatada pelo menos uma das irregularidades acima, o veículo será REJEITADO e não fará as medições de gases e de ruído. Se o veículo for REJEITADO por existência de qualquer anormalidade que possa apresentar risco de acidentes, ou danos aos instrumentos de medição, ao veículo ou ao inspetor durante a inspeção, a inspeção é interrompida e não é checado mais nenhum item de pré e inspeção visual.

1 e 2 3/jun 3/jul 30/set
3, 4 e 5 4/jul 3/ago 31/out
6, 7 e 8 3/ago 2/set 30/nov
9 e 0 3/set 3/out 31/dez


PRÉ-INSPEÇÃO VISUAL

Verifica-se se a tarjeta da placa do veículo é do município de São Paulo. Caso a plaqueta seja de outro município, deve-se regularizar e re-agendar a inspeção para outro dia. Em seguida verifica-se a compatibilidade de cor, combustível, categoria, marca e modelo do veículo com relação aos dados cadastrados no DETRAN. Se um desses dados estiver em desconformidade, o veículo é REJEITADO.

Na pré-inspeção verifica-se também:

  • Funcionamento irregular do motor;
  • Emissão de fumaça branco-azulada ou fumaça preta visivelmente muito intensa;
  • Violação de lacres do sistema de alimentação;
  • Vazamentos aparentes de fluidos (gotejamento de óleo, combustível, água, outros fluídos);
  • Alterações, avarias ou estado avançado de deterioração no sistema de escapamento (corrosão excessiva, furos não originais, falta de componentes), que causem vazamentos ou entradas falsas de ar ou aumento do nível de ruído.

Os sistemas de escapamento ou parte destes, não originais, poderão ser admitidos, desde que não prejudiquem os padrões originais de desempenho;

  • Alterações, avarias ou estado avançado de deterioração no sistema de admissão de ar, que causem vazamentos ou entradas falsas de ar ou aumento do nível de ruído;
  • Insuficiência de combustível para a realização da medição de emissão;
  • Nível de óleo lubrificante abaixo ou acima do limite especificado;
  • Ausência de vareta medidora de óleo lubrificante;
  • A existência de qualquer anormalidade que possa apresentar risco de acidentes, ou danos aos instrumentos de medição, ao veículo ou ao inspetor durante a inspeção.

Se o veículo apresentar pelo menos uma das irregularidades acima, será REJEITADO e não fará as medições de opacidade e ruído.

Para informações completas sobre o procedimento, consulte a Portaria 009/SVMA 2013.

INSPEÇÃO VISUAL

Nesta etapa verifica-se o estado aparente dos itens de controle de emissão, de acordo com cada marca/modelo e ano do veículo.

Os itens avaliados são:

  • Sistema PCV (recirculação de gases do cárter) ausente ou danificado;
  • Fixação, conexões e mangueiras do sistema PCV, irregulares;
  • Sistema EGR (recirculação de gases de escapamento) ausente ou danificado;
  • Fixação, conexões e mangueiras do sistema EGR, irregulares;
  • Presença, tipo de aplicação e fixação dos sistemas de tratamento dos gases de escapamento, irregulares;
  • Presença, fixação e conexão elétrica de sensores, irregulares;
  • Existência de dispositivos de ação indesejável e adulterações do veículo que comprovadamente prejudiquem o controle de emissões;
  • Falta da tampa do reservatório de combustível, ou de qualquer dos reservatórios dos diversos tipos de óleo do veículo, fluido de freio ou de arrefecimento, e da direção hidráulica, quando visíveis;
  • Lâmpada (LIM) indicando funcionamento irregular do motor;
  • Avarias, ausência ou estado avançado de deterioração de encapsulamentos, barreiras acústicas e outros componentes que influenciam diretamente na emissão de ruído do veículo, previstos para a marca/modelo/versão do veículo.

Se o veículo não estiver em conformidade com ao menos um dos itens avaliados, será REPROVADO, mas mesmo assim é encaminhado para a medição de opacidade.

  • Motor com a instalação de turbo compressor ou similar que não apresente dispositivos de controle de emissão de poluentes conforme a marca, modelo e ano de fabricação do veículo;

Se for constatada alguma das irregularidades acima, o veículo será REPROVADO, mas mesmo assim fará a medição de gases.

Observação: A checagem da lâmpada LIM (Lâmpada Indicadora de Mau funcionamento), é o meio visível que informa ao condutor do veículo um mau funcionamento no sistema de controle de emissões de poluentes. A checagem na inspeção inicia-se ao girar a chave de ignição, momento que a lâmpada no painel ascende, e logo após a partida, que é apagada. Se a lâmpada LIM não acender ao girar a chave e continuar apagada, logo após o motor funcionar, o veículo é REPROVADO. Se a lâmpada acender em algum momento durante a aceleração até a rotação de corte ou na marcha lenta, o veículo é REPROVADO. Se a lâmpada acender ao girar a chave de ignição e continuar ligada na inspeção, o veículo também é REPROVADO.

Para informações completas sobre o procedimento, consulte a Portaria 009/SVMA 2013.

INSPEÇÃO COMPUTADORIZADA

Nossos equipamentos passam por um processo de descontaminação entre uma inspeção e outra dando início à próxima inspeção somente após a limpeza de todo o sistema de medição. Assim, evitamos o risco da inspeção anterior prejudicar os resultados da seguinte. Os analisadores de gases seguem modelos homologados pelo INMETRO e tem a sua calibração verificada a cada seis meses pelo IPEM. Os opacímetros têm a verificação realizada anualmente.

Esta etapa mede o material particulado por meio dos valores de opacidade, seguindo os limites estabelecidos na Portaria 009/SVMA 2013.

O procedimento segue as etapas abaixo:

  • O sensor de rotação é fixado no motor;
  • Para preservar o motor, o inspetor verifica a rotação de marcha lenta e a rotação de corte ou rotação máxima livre;
  • O motor deve funcionar na rotação de marcha lenta por até 10 segundos, ser acelerado até atingir a rotação de corte e estabilizar nas faixas recomendadas pelo fabricante com tolerância de +100 RPM e -200 RPM na rotação de máxima livre e ± 100 RPM na rotação de marcha lenta. Se o resultado registrado não atender ao valor determinado, o veiculo é REPROVADO e recebe o relatório de inspeção;
  • Se o valor registrado para a marcha lenta estiver fora da faixa determinada, o veiculo é REPROVADO, mas será submetido à medição da opacidade;
  • A sonda do opacímetro é posicionada no escapamento com o motor em marcha lenta;
  • O motor é acelerado até atingir o final de seu curso e sua rotação máxima, permanecendo assim por até 5 segundos. Em seguida é desacelerado para estabilizar na rotação de marcha lenta até que o opacímetro retorne ao valor original obtido nessa mesma condição. Os valores de rotação máxima e de opacidade são registrados. A inspeção computadorizada será repetida de 4 a 10 vezes.
  • Avaliação dos resultados de acordo com os limites estabelecidos. Os veículos aprovados recebem o certificado de aprovação e o selo é colado no pára-brisa do carro. Caso o veículo foi selecionado para ser encaminhado ao MNS, o Certificado de Aprovação só será entregue e colado o selo no pára-brisa após a aprovação na medição de ruído;
  • O Certificado de Aprovação deve informar os limites e os valores obtidos nas medições de opacidade e ruído;
  • O Relatório de Inspeção deve informar os limites e os valores obtidos nas medições (quando medidos), o(s) item(ns) de rejeição não atendido(s) na pré-inspeção visual ou o(s) item(ns) de reprovação na inspeção visual.

ATENÇÃO:

O veiculo poderá ser REJEITADO nesta etapa caso ocorra alguma anormalidade durante a aceleração do motor.

Para informações completas sobre o procedimento, consulte a Portaria 009/SVMA 2013.

Clique aqui para acessar a tabela Diesel.

INSPEÇÃO DE RUÍDO

IMPORTANTE:

Para a inspeção de ruído os veículos serão selecionados de duas formas distintas: aleatoriamente via sistema ou designação do inspetor veicular conforme a Portaria 009/SVMA 2013.

A inspeção de ruído é iniciada junto com a pré-inspeção visual, na primeira etapa, logo após a digitação dos dados do veículo, na área de inspeção no piso azul.

O veículo será acelerado por três vezes até a metade do curso do acelerador e será realizada uma pré-análise auditiva onde verifica-se timbres e níveis de ruído considerados anormais para seu modelo ou versão.

Também são verificadas anormalidades que possam influir na emissão de ruído, como peças não originais ou com características não aplicáveis ao seu modelo ou versão.

Se o veículo for aprovado na Inspeção Visual e na Inspeção de Computadorizada, mas apresentar alguma anomalia na inspeção de ruído, o mesmo será submetido ao teste com MNS (Medidor de Nível Sonoro).

A inspeção é feita da seguinte forma:

  • O veículo será posicionado na área de ensaio específica, com o motor em sua temperatura normal de trabalho e a alavanca de mudança das marchas na posição neutra e sem o acionamento da embreagem.
  • O motor será mantido em marcha lenta, para a medição do ruído nesta condição (RML – Ruído Marcha Lenta).
  • Em seguida o veículo será acelerado até a rotação máxima definida para o teste, e bruscamente desacelerada para a condição de marcha lenta novamente.

Caso seja constatada alguma anormalidade no funcionamento do motor durante a medição de ruído, o veículo será considerado REJEITADO na Inspeção Ambiental Veicular.

Se os níveis de ruído medidos forem superiores ao limite estabelecido, o veículo será considerado REPROVADO na Inspeção Ambiental Veicular.

Se os níveis de ruído estiverem de acordo com os limites estabelecidos e não for constatada nenhuma anormalidade durante a medição de ruído, o veículo será considerado APROVADO na Inspeção Ambiental Veicular.

Limites máximos de ruídos emitidos por veículos automotores na condição parado.

Os limites abaixo devem ser considerados nos casos de inexistência de tabela especifica para o tipo de veículo nos anexos da Portaria 009. Clique aqui para acessar todas as tabelas.

Os limites aplicáveis são:



IMPORTANTE:

A Controlar não informa o problema mecânico que causou a reprovação de seu veículo.

Atenção aos motoristas:

Veículos REPROVADOS ou REJEITADOS na primeira inspeção têm até 30 dias corridos para realizar os reparos e voltar para uma re-inspeção gratuita, que também deve ser agendada. Em caso de nova reprovação/rejeição, devem recolher nova tarifa.

Veículos aprovados na inspeção visual e computadorizada (emissão de gases) e reprovado na emissão de ruídos deverão realizar todo o processo de Inspeção Ambiental Veicular novamente.

Para informações completas sobre o procedimento, consulte a Portaria 009/SVMA 2013.

Clique aqui para acessar a tabela Diesel.

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