Poluição atmosférica
Você deve estar cansado de ouvir que a qualidade do ar na região metropolitana de São Paulo deixa a desejar. Quantas vezes não ouvimos que a medição de poluentes na cidade registra altas concentrações de partículas em suspensão (líquidas ou sólidas) nocivas à saúde? E não pense que são apenas os centros indústriais os responsáveis pela contaminação do ar: os escapamentos dos carros também têm sua parcela de culpa.
Um veículo mal regulado e o combustível de má qualidade são alguns dos fatores que contribuem para essa alteração na constituição química do ar.
Poluentes que comprometem a qualidade do ar
Abaixo, listamos os principais poluentes e suas fontes. Confira:
- Monóxido de carbono (CO): é incolor e inodoro. A principal fonte são os veículos automotores, especialmente aqueles sem catalisador;
- Dióxido de enxofre (SO2): também é incolor. Quando em alta concentração, apresenta cheiro intenso de enxofre. Ele é resultado da queima de combustíveis que contêm enxofre, como óleo diesel, óleo combustível industrial e gasolina;
- Ozônio (O3): é incolor. Formado pela ação da luz solar sobre os hidrocarbonetos e os óxidos de nitrogênio, este gás é liberado pela queima de combustível, principalmente dos veículos;
- Material particulado (MP): são partículas muito finas de material sólido e líquido que se mantêm suspensas na atmosfera. As principais fontes de emissão são os veículos movidos a diesel, indústrias, desgastes dos pneus e freios de veículos em geral;
- Dióxido de nitrogênio (NO2): em baixas concentrações, sua cor é castanho-claro. Em altas concentrações, há uma brisa marrom desagradável. Sua fonte de emissão está no processo de queima de combustível, tanto no setor industrial como nos veículos;
- Hidrocarbonetos (HC): as principais fontes são a queima incompleta e evaporação dos combustíveis (álcool, gasolina e diesel), bem como outros produtos voláteis.
|